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Mariza Ferreira Bastidas

Psicóloga CRP 06/149729

A atuação por meio dos estágios na área social, escolar, organizacional, saúde e clínica me permitiu ver que a psicologia nos oferece um universo de possibilidades para atuação. A partir disso, a paixão pela área da saúde foi crescendo e descobri que muito dos sintomas físicos são resultados de como funciona o psicológico do indivíduo e por isso, a psicologia me interessou muito. Percebo que comecei a trilhar o mais doce dos caminhos, a saúde mental, e é nesse campo que desejo me dedicar cada vez mais.
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A Anorexia Nervosa

A Anorexia Nervosa

A anorexia nervosa é um transtorno alimentar caracterizado pela recusa à ingestão de alimentos associada a como a pessoa percebe seu peso corporal, no qual há uma preocupação excessiva com o ganho de peso. A pessoa tem uma imagem distorcida de seu corpo, percebe-se sempre acima do peso e passa a restringir a alimentação com a finalidade de emagrecer, além de utilizar laxantes, induzir vômitos, realizar exercícios em excesso e a utilização de inibidores de apetite. É importante observar no indivíduos os sinais de dietas severas e a falta de percepção deste quanto ao emagrecimento progressivo. Normalmente a falta de apetite não é causada por uma disfunção gástrica, mas sim por uma desestabilização psicológica.

 

A anorexia nervosa ocorre em 90% dos casos no sexo feminino, especialmente entre o início da pré-adolescência até o início da vida adulta. Trata-se de uma doença grave que pode levar a óbito caso seja diagnosticada e tratada muito tardiamente.

 

Como resultado dessa condição, o indivíduo pode apresentar algumas manifestações gastrointestinais como constipação que podem alternar com diarreias causadas por laxantes, baixa pressão arterial e temperatura corporal, amenorreia, ressecamento da pele e cabelos, unhas quebradiças e até mesmo dores nos ossos.

 

A pessoa nessa condição requer tratamento, porém existe a resistência, visto que o indivíduo não se percebe como doente e raramente procura ajuda ou vai aceitá-la de imediato. Este torna-se um processo complexo já que envolve também a família e por isso, o adolescente resiste no sentido de aceitar ajuda de um adulto, seja a família ou o profissional de saúde. A intervenção deve ser realizada por uma equipe multidisciplinar composta por pediatra ou clínico geral, psicólogo, psiquiatra, e nutricionista. Por se tratar de uma doença, quanto antes o diagnóstico e tratamento, mais chances tem o paciente de obter resultados positivos.

Mariza Ferreira
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