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Mariza Ferreira Bastidas

Psicóloga CRP 06/149729

A atuação por meio dos estágios na área social, escolar, organizacional, saúde e clínica me permitiu ver que a psicologia nos oferece um universo de possibilidades para atuação. A partir disso, a paixão pela área da saúde foi crescendo e descobri que muito dos sintomas físicos são resultados de como funciona o psicológico do indivíduo e por isso, a psicologia me interessou muito. Percebo que comecei a trilhar o mais doce dos caminhos, a saúde mental, e é nesse campo que desejo me dedicar cada vez mais.
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Medo do que?

Medo

Medo do que?

Medo do que ou de que? A pergunta pode parecer corriqueira, mas saiba que você pode compreender o medo como um mecanismo natural para a regulação da sua proteção. Isso quer dizer que sentir medo é algo normal e que acontece com todos nós. Esta sensação torna-se prejudicial quando acontece de maneira intensa e constante, o que pode gerar muito desconforto em sua vida ou, te impedir de fazer algo. A seguir, tem alguns exemplos de medo.

 

Alguns exemplos de medo:

Receio ou medo de ouvir críticas, escolher, começar, fazer, de se expor e até de ser você mesmo(a). Então como eu identifico se tudo isso faz parte do meu dia a dia?

 

Como posso identificar o medo no meu dia a dia?

 

Em um momento de se observar, pense nas situações descritas abaixo e veja se você se identifica com elas. Mais do que isso, veja se elas te causam insatisfação e te impedem de viver mais tranquilamente.

Eis as questões!

 

  • Medo do começo:  Começar um plano/projeto ou mesmo uma conversa é apavorante para você. Só de pensar nisso, você sente o suor escorrendo na pele.

 

  • Medo de escolha: Escolher parece algo difícil, porque afinal de contas, na sua cabeça paira a dúvida de…”e se der errado”?

 

  • Medo de crítica ou Bullying:  Ter a iniciativa e fazer algo parece ser  simples para as outras pessoas, porque “sempre” que você faz qualquer coisa, recebe críticas e nem todas elas te agradam.

 

  • Medo de exposição: Pensar em se expor te faz tremer e temer (literalmente), por isso você recusa convites dos quais se arrepende depois.

 

  • Medo de fazer: Realizar uma atividade, uma pergunta, um projeto ou algo novo, não é a sua “praia”. Afinal de contas, é melhor esperar que outra pessoa o faça antes, porque assim, fica mais confortável para você.

 

  • Medo de ser eu mesmo (a): Agir segundo as suas vontades parece é um sonho de consumo e, é até difícil de pensar nisso. Te dá muita insegurança pensar em expressar a sua opinião, fazer as suas perguntas, discordar, escolher, começar, se expor e ouvir as críticas.

Estes são apenas algumas situações que podem ser observadas no seu dia a dia. E como então você pode saber se elas te prejudicam ou não? Logo abaixo, explico um pouco a respeito.

 

Como reconheço se o meu medo é prejudicial?

 

Como disse, o medo é importante para te ajudar a avaliar as situações e descobrir se elas são de fato perigosas ou não. Você que reconhece o medo e a insegurança como os sentimentos que te causam prejuízo, saiba que é possível identificar as causas disso e reeducar os seu pensamentos. Aqueles pensamentos sabotadores, tais como: “eu não consigo”, “tenho medo das críticas”, “sempre dá errado”, “tenho receio de me expor”, “ é melhor eu deixar outra pessoa começar”, “não vou expor minha opinião”, “se eu falar o que penso, corro o risco de não gostarem de mim”; então, estes são pensamentos que te causam mal-estar, porém essa prática já se tornou um crença absoluta para você. E como entender a maneira que o medo  e a insegurança acontecem?

 

De que maneira funciona o medo e a insegurança?

 

O mecanismo do medo e da insegurança,  pode ser entendido a partir da observação e análise dos pensamentos, aqueles pensamentos conhecidos como “pensamentos disfuncionais”, “pensamentos sabotadores”, ou “autossabotagem” e que, ao serem identificados, podem ser tratados. Neste caso, a pessoa poderá entrar em um processo de autoconhecimento, autoanálise, treino e modificação desses pensamentos e comportamentos, que a ajudará a ter mais equilíbrio na maneira de lidar com o sentimentos de medo e insegurança.

 

Por que é importante procurar ajuda?

 

Compreender os próprios sentimentos e lidar com eles sozinho(a) pode parecer confuso e complexo. Tente buscar ajuda profissional. Um psicólogo(a) poderá te ajudar na análise do medo e da insegurança. Este é um suporte para você desvendar as suas dificuldades e te ajudara a lidar melhor com as suas sensações e sentimentos.

 

Onde encontro um profissional da psicologia?

 

Sou psicóloga e por meio das sessões de psicoterapia e consulta psicológica dou suporte para aqueles e aquelas que desejam lidar e compreender algumas questões difíceis, como por exemplo o medo e insegurança intensos.

Mariza Ferreira
Psicóloga
CRP 6/149729

 

Mariza Ferreira
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